domingo, 27 de novembro de 2011

O RETRATO DE DORIAN GRAY

Eu irei ficando velho, feio, horrível. Mas este retrato se conservará eternamente jovem. Nele, nunca serei mais idoso do que neste dia de junho... Se fosse o contrário! Se eu pudesse ser sempre moço, se o quadro envelhecesse!... Por isso, por esse milagre eu daria tudo! Sim, não há no mundo o que eu não estivesse pronto a dar em troca. Daria até a alma!”, Oscar Wilde (1854-1900), in “O Retrato de Dorian Gray” – 1891.

A história do moralmente corrupto e belo Dorian Gray é literalmente jogada de qualquer jeito no cinema, numa produção cheia de efeitos especiais, mas carente do resto que tornou a obra de Oscar Wilde mundialmente conhecida. No livro, que também já resenhei aqui, os anos passam e sua beleza e juventude continuam a ser mantidas. Um retrato seu que ele mantém para si, escondido de olhos alheios, guarda seus segredos - à medida que os anos vão passando, o retrato vai exibindo sua feiúra interior.

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fonte: Comendo Livros

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