Por Elenilson Nascimento
O artista plástico bonitão Arthur Scovino (*nasceu no Rio de Janeiro, mudou-se para Salvador há dois anos para estudar na Escola de Belas Artes da UFBA) é um “doente” por Gal Costa. Vocês acreditam que o cara passeia pela cidade esburacada de Todos os Santos com um monte de discos da Gal debaixo do braço?
Segundo ele, numa matéria recente na revista Época: “Um dia, ao sair do curso, passou pela Praça do Campo Grande, área nobre de Salvador, e viu uma aglomeração de fãs em frente ao prédio da cantora Ivete Sangalo. Scovino lembrou que no mesmo prédio também mora Gal Costa. Segundo ele, a ideia de levar os discos debaixo do braço, na verdade uma performance artística, nasceu ali”. Que louco!
Os discos de Gal já passearam também por cidades como Campinas (interior de São Paulo) e Santo Amaro da Purificação (Bahia). Os amigos de Scovino também abraçaram a causa e costumam tirar fotos dos LPs por onde passam. Aliás, essa é a ideia do artista: incentivar as pessoas a fazer parte de sua performance. Quanto mais, melhor. As fotos são postadas no seu blog Levando os Elepês de Gal para passear. Eu achei tudo bem louco, mas não deixa de ser uma ideia interessante, tanto que chamou a atenção da Época.
Na bizarra Cruz Caída, na Praça da Sé.
Com o artista Bule Bule, na Biblioteca dos Barris. 
A capa de “Profana” em meio à religiosidade de uma capela em Mairi, no interior da Bahia; o artista e os discos na Ponta do Humaitá, na Cidade Baixa; e a capa de “Gal Canta Caymmi” na grade da igreja do Bonfim, em Salvador.





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